sábado, 12 de maio de 2018

Met Gala 2018 - Looks e Estilistas

O que é o Met Gala?

“Metropolitan Museum of Art Costume Institute Benefit” ou, em português, “Evento Beneficente do Instituto de Vestuário do Museu de Arte Metropolitan” tem como objetivo levantar fundos para o tal Instituto de Vestuário – algo como o departamento de moda do museu.
O Evento também marca a abertura da exposição anual do Costume Institute, que a cada ano escolhe um tema para contemplar. Os convidados do evento aproveitam, então, para se vestir de forma mais ousada do que fazem normalmente nos tapetes vermelhos tradicionais. Se no Oscar ou no Globo de Ouro a principal preocupação é parecer linda, aqui, as celebridades podem parecer… fashionistas.
É comum que estilistas tenham como acompanhantes uma supermodelo ou atriz vestindo uma de suas criações. Outras aproveitam o tema da exposição anual e do baile para se vestirem de acordo – seja usando o estilista homenageado ou fazendo uma referência à exposição de uma forma mais geral.

Qual o tema do Met Gala 2018?
Este ano o Costume Institute escolheu como tema “Heavenly Bodies: Fashion and the Catholic Imagination”, ou, em português, “Corpos Celestiais: Moda e a Imaginação Católica”. Sim, a exposição vai falar sobre a relação do catolicismo com a moda, e conta inclusive com roupas dos Papas, cedidas pelo Vaticano.

Quanto custa um convite para o Met Gala?
Como explicamos, o Met Gala é um evento beneficente – e o dinheiro é arrecadado por meio dos convites para a festa. Em 2018, o convite individual custa 30 mil dólares, e a mesa, para reunir uma turminha, 275 mil dólares. Todo o dinheiro dos convites vai para o Costume Institute, já que a festa e a exposição são 100% patrocinadas. Em 2017 foram arrecadados mais de 12 milhões de dólares. Sim, em uma noite só.

E depois do tapete vermelho, o que acontece?
Aí está algo misterioso. O Baile do Met não permite que os convidados façam posts nas redes sociais – e as pessoas em geral respeitam, com medo de não serem convidadas no ano seguinte. Mas o que se sabe é que quem vai ao Met Gala pode visitar a exposição em primeira mão, e depois vai para a festa e o jantar. A noite sempre conta com algum show.

Assista ao vídeo, e veja alguns modelos.



segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

TRANSIÇÃO CAPILAR, BC E A HISTÓRIA DO MEU CABELO! | CAH EUGÊNIO

O QUE É A TRANSIÇÃO CAPILAR?



É o processo onde você para de usar química até crescer totalmente e chegar ao natural. A transição também é uma forma de aceitação do seu fio. Se você fazia relaxamento, permanente, escova progressiva ou qualquer outro tipo de alisamento químico ou mecânico e agora decidiu parar, pois bem, isso significa que você está em transição.



QUANTO TEMPO DURA A TRANSIÇÃO CAPILAR?



Não existe um tempo certo. Tudo vai depender do ritmo de crescimento dos seus fios, da química que você utilizava - se era forte ou fraca, o que pode influenciar na recuperação das madeixas.



O QUE É O BIG CHOP? 



O Big Chop é quando decidimos retirar todo o alisamento de uma única vez, por isso, pode ser feito em poucos meses de transição ou quando a raiz natural estiver na metade. Quem optar pelo grande corte precisa estar pronta para exibir um novo visual com fios bem curtinhos.



DIFICULDADES PARA CACHEAR A PARTE INDEFINIDA (AINDA COM QUÍMICA). 



Passar pela transição capilar para recuperar seus cachos naturais não é uma tarefa fácil, principalmente para quem estava acostumada com a facilidade que os alisamentos proporcionam. Mas é preciso ter paciência e descobrir qual é a forma mais adequada de lidar com a parte indefinida do seu cabelo entre tantas opções. Dá uma olhada nessa lista para te ajudar:



- Você pode fazer chapinha enquanto espera o cabelo crescer. Não esqueça de redobrar os cuidados, usar um protetor térmico e aumentar a frequência das hidratações.



- Técnicas de texturização que ajudam a cachear o cabelo, como a twist, plopping, bobes, coquinhos, entre outras.



- Babyliss para cachear a parte que não cacheia.



- Penteados.



- Tranças, estilo box braids, nagô, entre outras.





Texto tirado da página fique diva.



domingo, 21 de janeiro de 2018

FINALIZAÇÃO ATUALIZADA - Cah Eugênio

segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Queratina Liquida Salon Line - Reconstrução

quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

Combatendo a Inflamação

Quando a maioria das pessoas pensa em inflamação, uma imagem de uma articulação inchada, como um tornozelo torcido, aparece em sua mente.
Mas este não é o único tipo de inflamação que existe, a inflamação é a primeira linha de defesa do corpo contra uma grande quantidade de invasores nocivos, como bactérias indesejadas, vírus e outras criaturas desagradáveis.
O processo inflamatório tem vários soldados na forma de glóbulos brancos que atuam como agentes de proteção quando o corpo é atacado.
Embora este processo seja crítico na manutenção do equilíbrio da saúde, pesquisadores e cientistas já demonstraram que ocorrem problemas quando o processo inflamatório torna-se crônico e não existe mais solução.
Infelizmente, o estilo de vida e o mundo de comidas sem qualidade de hoje criam um bom terreno para desenvolver inflamação crônica.
Esse tipo de inflamação pode ocasionar doenças graves também, como a obesidade muito comum nos dias de hoje, pelo fato das pessoas não terem cuidado com sua alimentação e posteriormente só retornarão ao seu peso e saúde com dietas detox, a dieta dukan entre outras.
Estudos recentes demonstraram claramente que as reações inflamatórias de longo prazo estão ligadas a numerosas doenças como câncer, doenças cardíacas, diabetes de Alzheimer e diabetes tipo II.

Por sorte, existem passos naturais muito poderosos que podem ser tomados para manter a inflamação longe.

1. Salmão

Salmão oferece uma fonte rica de ácidos graxos essenciais ômega-3 na forma de DHA e EPA.

Este tipo de gordura contém poderosas propriedades anti-inflamatórias que demonstraram ser benéficas para ajudar pessoas com doenças cardíacas.

Arteriosclerose, depressão, transtorno de déficit de atenção e alergias. O salmão, arenque, sardinha e atum claro são todas ótimas opções para incluir na dieta.

2. Frutas e legumes

Frutas e vegetais são carregados com nutrientes de plantas chamados fito químicos que previnem e podem até reverter o processo inflamatório.

Ao planejar as refeições, tente incluir cinco a 10 porções de fruta e legumes por dia. Pode ser:

1 fruta ou vegetais de tamanho médio ;
1/2 xícara de suco;
1 xícara de salada;
1/2 xícara de frutas ou vegetais enlatados ou congelados.

Além disso, quanto mais coloridas forem as frutas ou os vegetais, mais valor de nutrição e combate à doença contém. Procure por opções vermelhas, roxas, verdes, amarelas e laranja, e inclua uma variedade de cores em cada refeição.

3. Nozes e sementes

Nozes e sementes, como amêndoas, sementes de gergelim, também contêm gorduras essenciais anti-inflamatórias e ômega-3.
Na verdade, vários estudos mostraram que meio copo de nozes por dia é benéfico na redução do colesterol e no risco de doença cardíaca.

4. Óleos de peixe

Além de tomar um multivitamínico de alta qualidade diariamente, recomendo complementar com um óleo de peixe destilado de alta qualidade para os poderosos efeitos anti-inflamatórios.

A dose recomendada de Omega-3 para adultos é de dois gramas por dia. Os valores diários recomendados por faixa etária para crianças são:

• Nascimento até 12 meses: 500 mg
• Um ano: 600 mg
• Dois ou três anos: 700 mg
• De quatro a seis anos: 1.000 mg
• De sete a nove anos: 1.200 mg para meninos; 1.000 mg para meninas
• 10 a 12 anos: 1.400 mg para meninos; 1.200 mg para meninas
• 13 a 15 anos: 1.500 mg para meninos; 1.200 mg para meninas

5. Água fresca e limpa
Muitas vezes, um estado de desidratação pode promover o processo inflamatório. Lave seu sistema diariamente com seis a oito copos de água fresca e limpa para promover a eliminação adequada e a saúde ideal.

Alimentos e hábitos que devem ser evitados

Certos alimentos e hábitos de vida podem desencadear uma reação inflamatória no corpo. Esses alimentos incluem:

• Queijos cheios de gordura e sorvete.
• Carne vermelha (bife, costelas, hambúrgueres, cachorros-quentes, carne de porco, bacon).
• Ácidos com gorduras trans (gorduras parcialmente hidrogenadas) encontrados em vários tipos de alimentos processados e embalados como na margarina.
• Farinha branca e produtos açucarados (biscoitos, bolos, cereais açucarados).
• Alimentos fritos (rosquinhas, batatas fritas, anéis de cebola).
• Álcool em excesso.
• Estresse.
• Fumar.

Lembre-se, a reação inflamatória em si não é ruim. Na verdade, o corpo precisa combater a infecção e ajudar a reparar os danos musculares ou teciduais.

Problemas surgem quando a inflamação se torna crônica.
A melhor abordagem é concentrar-se na prevenção, incluindo os alimentos acima mencionados na dieta regularmente.

O exercício, o gerenciamento do estresse e a hidratação adequada também são elementos-chave para manter o corpo funcionando bem, evitando a inflamação quando é realmente necessário.

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